Em 1991, dois desafios se impunham à Baixada Santista:
Como oferecer às famílias um serviço cemiterial mais digno, acessível e preparado para acompanhar o crescimento da região?
Como reduzir os impactos ambientais e urbanísticos normalmente associados aos cemitérios tradicionais?
Foi para responder a esses dois desafios que nasceu o Campo da Paz.
O grande acerto do local
Como a proposta era atender famílias de toda a Baixada Santista — e não apenas de um único município —, a escolha da localização recaiu sobre o ponto mais central da região, no Jardim Rio Branco, em São Vicente.
O local está a exatos 70 quilômetros das duas extremidades da Baixada Santista.
A posição estratégica escolhida, na marginal da Rodovia Padre Manoel da Nóbrega, continua se mostrando acertada, uma vez que a região também será atendida pela futura Estação Rio Branco do VLT.
O surgimento do modelo vertical de superfície
Foi dessa combinação entre localização estratégica, responsabilidade ambiental e compromisso com as famílias que nasceu uma solução inédita não apenas na Baixada Santista, mas em todo o Brasil:
O Campo da Paz desenvolveu, de forma pioneira, o modelo do cemitério vertical de superfície: um sistema organizado em alas com cinco linhas de jazigos acima do solo, concebido para oferecer às famílias um ambiente mais acolhedor e seguro, ao mesmo tempo em que protege o meio ambiente e preserva a paisagem urbana.
Mais de três décadas depois, esse modelo continua transmitindo a impressão de uma obra concebida à frente de seu tempo e permanece como o principal diferencial do Campo da Paz.